21 agosto 2003

58 - A SEGUNDA OPORTUNIDADE


Do muito que já foi escrito (e dito) sobre o atentado de anteontem ao quartel-general da ONU em Bagdad, subscrevo as mensagens de pesar pelo assassínio de vários funcionários da ONU e presto também uma homenagem póstuma (e obrigatória) a Sérgio Vieira de Mello. Faço-o, porém, sem esquecer as pessoas que, quase todos os dias, são alvo de outros atentados terroristas no Médio Oriente ou noutras partes no mundo. Também não me parece que este atentado tenha sido mais violento, estúpido e desumano do que qualquer outro ataque terrorista. No entanto, este atentado reveste-se de algumas características que devem ser debatidas.
Uma das particularidades do ataque ao quartel-general da ONU em Bagdad reside no facto de a explosão do camião-bomba ter sido filmada, o que nos forneceu uma imagem perturbadoramente realista da violência e crueldade deste tipo de ataques. Algo semelhante já tinha acontecido com os atentados de 11 de Setembro de 2001 nos EUA. Estas imagens, apesar de serem sensacionalistas, podem ter a vantagem de humanizar o debate em torno dos ataques terroristas. Actualmente discutem-se as acções terroristas como jogos de futebol. Descreve-se o método utilizado para o assassínio de inocentes tal como se descrevem tácticas de futebol. Faz-se a contagem de mortos e feridos tal como se contam os golos marcados num jogo de futebol. Até as ameaças de ataques terroristas são encaradas com naturalidade, como se fossem simples ameaças de desforra num jogo de futebol. Quando lemos uma notícia sobre um ataque terrorista, facilmente nos esquecemos das pessoas que foram brutalmente assassinadas. Também nos esquecemos da obrigação de capturar esses assassinos e levá-los a julgamento como deverá acontecer com qualquer outro criminoso. Esta obrigação devia ser suficiente para justificar o apoio mundial à intervenção militar no Médio Oriente. Mas parece que não é, ou não foi.
Outra particularidade deste ataque reside no facto de o alvo ter sido a ONU, que é a organização que representa todas as nações do mundo. Por este motivo, este atentado foi violenta e unanimemente criticado e chorado no mundo inteiro. Os atentados de 11 de Setembro de 2001 provocaram o mesmo efeito, embora por razões diferentes (muito mais ligadas à dimensão e brutalidade dos ataques). Recordo que após o “11 de Setembro”, muitos afirmaram que aqueles ataques tinham sido perpetrados contra o mundo ocidental e não apenas contra os EUA. Como consequência, o mundo uniu-se em torno dos EUA na sua luta (justa e necessária) contra o terrorismo e formou-se uma vasta coligação de forças para a intervenção militar no Afeganistão e para as consequentes acções de manutenção de paz e reconstrução do país. Infelizmente, a unanimidade no apoio à guerra contra o terrorismo desapareceu quando foi proposta à ONU uma intervenção militar no Iraque. Será que hoje ainda há quem pense ser possível eliminar o problema do terrorismo sem desenvolver o Médio Oriente em termos económicos e humanos? Será que hoje ainda há quem pense ser possível desenvolver o Médio Oriente mantendo os regimes ditatoriais que lá existem? Será que hoje ainda há quem acredite na possibilidade de ocorrência de levantamentos populares que possam levar à introdução de verdadeiras democracias naquela região do globo?
Houve muita desinformação relativamente às motivações americanas para a intervenção militar no Iraque e, por essa razão, nunca se discutiu convenientemente a necessidade de estabilização do Médio Oriente e de aplicação do Roteiro para a Paz. Penso que os EUA e o Reino Unido cometeram um erro enorme ao utilizarem exclusivamente as armas de destruição maciça iraquianas para justificar a intervenção militar naquele país, embora este fosse um argumento válido e, aparentemente, mais fácil por já existirem resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre o problema. Relembro que a desinformação foi muito grande, mas mesmo assim poderia ter sido possível manter a unanimidade no apoio à intervenção militar no Iraque (com a autorização da ONU). Porque não se tentou, simplesmente, condicionar a estabilização do Médio Oriente e a aplicação do Roteiro para a Paz à eliminação dos regimes de Saddam Hussein e de outros? Isto teria sido possível através da utilização de um dos argumentos que mais se ouve dos oposicionistas à intervenção militar no Iraque, o qual se refere à necessidade de combater o terrorismo nas suas fontes (pobreza generalizada, restrições no acesso à informação e à educação, existência de minorias favorecidas pelos regimes autoritários, os quais promovem a propaganda anti-ocidental).
O ataque terrorista de anteontem ao quartel-general da ONU foi dirigido a uma organização que tinha uma missão humanitária fundamental, distribuindo comida e prestando assistência médica, entre outras ajudas. Não se pode compreender este ataque quando os iraquianos aparecem todos os dias a criticar a manifesta incapacidade das forças de manutenção de paz na reconstrução do país e na criação de condições mínimas de sobrevivência das populações. Seguindo o raciocínio daqueles que afirmaram que o “11 de Setembro” foi um ataque dirigido a todo o mundo ocidental, então o ataque de anteontem terá sido dirigido ao mundo inteiro, incluindo os países que condenaram a intervenção militar no Iraque. A quem é que isto serve? Não é, com certeza, à população iraquiana. Isto serve a outros países do Médio Oriente com interesses num Iraque destruído e abandonado. Se isto acontecesse, esses países poderiam promover o regresso de Saddam Hussein ou de um outro ditador, poderiam patrocinar uma guerra civil no território ou poderiam tentar conquistar directamente o território disponível. Isto serve aos interessados num Médio Oriente explosivo, com uma população extremamente pobre e sem educação, para a qual o fundamentalismo religioso é o escape psicológico mais óbvio. A julgar por algumas declarações idiotas e irresponsáveis que já ouvi, mesmo aqui em Portugal, estes grupos organizados (e obviamente patrocinados por governos de outros países do Médio Oriente) estavam certos se pensaram que um ataque à ONU poderia gerar uma onda de manifestações clamando o abandono do Iraque pelas forças de manutenção de paz lideradas pela coligação anglo-americana. No entanto, talvez o tiro lhes tenha saído pela culatra.
Eu tenho uma atitude positiva sobre o sucedido e acredito que, agora que foi recuperado o espírito do pós “11 de Setembro”, estão criadas as condições para reunir um apoio consensual em torno da formação de uma vasta coligação (a nível mundial) de forças de manutenção de paz que deverão actuar no Iraque sob a égide das Nações Unidas. O atentado às instalações da ONU em Bagdad vem devolver importância a esta organização e vem lembrar que o terrorismo é um problema de todos nós, o qual tem de ser combatido por todos. Os EUA e o Reino Unido não desperdiçarão esta oportunidade de responsabilização do resto do mundo.
Sinto orgulho num governo português que, desde o início, percebeu que não podia deixar de apoiar incondicionalmente os EUA e o Reino Unido no combate ao terrorismo. Utilizando uma linguagem que a esquerda nacional domina bem, sinto orgulho num governo português que percebeu que Saddam Hussein e o seu regime formavam um tumor com várias metástases (outros regimes autoritários do Médio Oriente). A cura requeria (e requer) a extirpação através de várias intervenções cirúrgicas (acções militares) seguidas de uma recuperação do corpo do doente (Médio Oriente) com recurso a tratamentos que abrangem várias especialidades (empenhamento político e económico de todos os países do mundo, representados pela ONU).
Se o “11 de Setembro” obrigou a administração americana a empenhar-se num Roteiro para a Paz no Médio Oriente, então o ataque terrorista à ONU irá obrigar o mundo inteiro ao mesmo empenho. O anti-americanismo ganhou adeptos nos últimos tempos à custa de slogans demagógicos que exploravam a sensibilidade das pessoas às questões de carácter humanitário. Chegou a hora de mostrarem que acreditam realmente nesses slogans. E despachem-se porque convém resolver o problema do Médio Oriente antes que África se torne a principal fonte de terrorismo mundial.

ANS

20 agosto 2003

57 - QUE SAUDADES DA GUERRA FRIA


No post “Os EUA, o Japão e a Coreia do Norte” do Bloguítica Internacional, é comentado um artigo de opinião do presidente da Academia de Defesa Nacional japonesa, publicado no Washington Post. De acordo com o Bloguítica Internacional, os EUA acabarão, mais tarde ou mais cedo, por aceitar parte das reivindicações norte-coreanas (assinando um pacto de não-agressão). Esta situação tem dado origem, no Japão, a naturais receios face a uma perda de capacidade defensiva (motivada por uma redução drástica do contingente de tropas norte-americanas na Coreia do Sul e no Japão) relativamente a uma Coreia do Norte que possui armas químicas e bacteriológicas e um programa nuclear (nada fáceis de controlar através de um qualquer regime de inspecções).
Estes receios têm provocado um afastamento do pacifismo que, durante décadas, dominou as opções do Governo japonês relativamente à Defesa. De acordo com The Daily Telegraph, o Japão possui neste momento 240.000 soldados integrados em forças de defesa. A única função destas forças militares é a defesa do território japonês. No entanto, estas forças já foram autorizadas a participar em acções de manutenção de paz no Cambodja (em 1992), a fornecer apoio logístico aos aliados no Afeganistão (em 2001) e a participar (actualmente) na reconstrução do Iraque. A constitucionalidade destas missões é discutível. Ainda durante este ano, terá início um programa de treinos para tropas especializadas no combate urbano, em acções de guerrilha e na resposta ao terrorismo (incluindo ataques com armas químicas). Dentro de três anos, deverá ser formada uma unidade de comandos de elite composta por cinco a seis mil soldados. A Marinha japonesa planeia a construção de dois navios que podem ser rapidamente convertidos em porta-aviões permitindo a utilização da aviação em ataques preventivos fora do seu território.
Embora as memórias da devastação provocada pelos ataques de Hiroshima e Nagasaki ainda estejam bem presentes na opinião pública japonesa, o número de apoiantes de um programa de nuclear japonês (um tema tabu até há bem pouco tempo) tem vindo a aumentar. São já várias as figuras políticas que defendem esta opção, entre as quais se destaca Shingo Nishimura. Em 1999, este político sugeriu a aquisição de armas nucleares e, por esse motivo, foi obrigado a demitir-se da posição de destaque que ocupava no Ministério da Defesa. Actualmente, Shingo Nishimura é regularmente convidado para debater o programa nuclear japonês em programas televisivos.
Parece que o Japão aposta no equilíbrio de forças para lidar com a ameaça norte-coreana, recriando uma espécie de “Guerra Fria” a nível regional. O problema é que, infelizmente, o equilíbrio de forças só será eficaz enquanto a ameaça norte-coreana não incluir o terrorismo. É esta a lição do Médio Oriente.

ANS

56 - NOTÍCIA FICTÍCIA II


Há uns meses atrás, Rudolph Giuliani sugeriu a realização do primeiro Dia Mundial Sem Energia. O “ex-Mayor” de Nova Iorque inspirou-se no actual modelo do Dia Europeu Sem Carros (DESC). Rudolph Giuliani ficou fascinado com a melhoria ambiental que se tem verificado na Europa desde a primeira realização do DESC em Setembro de 2000. De acordo com vários autarcas europeus, o DESC tem contribuído de uma forma espantosa para o cumprimento dos objectivos do Protocolo de Quioto. Rudolph Giuliani confessou estar farto de ouvir comentários negativos sobre a atitude dos EUA face às questões ambientais, pelo que sugeriu uma forma eficaz de cumprir o Protocolo de Quioto.
O actual “Mayor” de Nova Iorque (Michael R. Bloomberg) e outros autarcas dos EUA e Canadá gostaram tanto da ideia de Giuliani que resolveram testar a sua aplicação, sem aviso prévio, na passada quinta-feira. Este teste foi um estrondoso sucesso e, por esse motivo, a data de 14 de Agosto está agora reservada para a realização anual do Dia Mundial Sem Energia. Este evento conta já com a participação de mais de cem países, nos quais serão provocados “blackouts” (ou “apagões”) entre as sete horas da manhã e as dez horas da noite.
Entretanto, em Portugal (um dos primeiros países a aderir à medida) já se ouvem vozes esclarecidas a sugerir a alteração do DESC de 20 de Setembro para 14 de Agosto.

ANS

18 agosto 2003

55 - SEGUROS DE VIDA


Na coluna de opinião que mencionei no post anterior, Mário Soares refere-se também ao clima de caos e insegurança que se vive “no triângulo sunita de Bagdad, Faluja e Baaquba”. Quando li isto, lembrei-me (outra vez!) da edição de sábado (9 de Agosto) do The Daily Telegraph, na qual se podia ler que os chefes tribais da cidade de Faluja (que se situa cerca de 100 quilómetros a oeste de Bagdad) se comprometeram a controlar a população no sentido de terminar com as pilhagens e com os ataques (com mísseis e granadas) às tropas americanas (e aliadas) instaladas na região. Como retribuição do favor, as tropas americanas prometeram a instalação de geradores capazes de fornecer energia a toda a cidade, a redução do número de postos de controlo, a transferência de mais poderes para a polícia local e a redução do número de rusgas, as quais passarão a ser efectuadas com mais respeito pelos suspeitos.
Parece justo e suficiente? Julgo que sim, mas existem mais contrapartidas. Se um iraquiano for ferido “por engano”, deverá receber 500 dólares, mas se o engano for maior e o infeliz morrer, então a sua família deverá receber 2.000 dólares.
Acredito que estas indemnizações possam convencer os iraquianos das boas intenções das tropas americanas e aliadas. A confiança é fundamental para a paz na região. No entanto, a avaliação do custo de uma vida humana sempre me incomodou. Fico sempre deprimido com apólices de seguro que envolvam a possibilidade de morte do titular. Em tempo de guerra não se pode evitar falar em “danos colaterais”, o que implica assumir que a perda de vidas inocentes será o preço a pagar pela obtenção de um futuro melhor para a maioria sobrevivente. Este discurso apresenta uma dureza implacável, mas é a única forma de ultrapassar os conflitos morais pelos quais passam aqueles que têm de iniciar uma guerra que pode ser um caminho para a paz. O problema é que, no Iraque, a guerra já acabou. Ou será que não? O objectivo das tropas americanas (e aliadas) no Iraque é, neste momento, a manutenção da paz possível. Ou será que não? Assim, as contrapartidas financeiras a pagar pela morte inadvertida de um iraquiano só podem ser entendidas como seguros de vida.
O valor seguro (menos de 2.000 euros) pode representar uma elevada maquia no Iraque de hoje, mas, a julgar pelo que aconteceu no Afeganistão (em Cabul já existem bairros onde as casas são mais caras do que no Reino Unido), não faltará muito para que essa indemnização passe a valer pouco. Será que os iraquianos (aqueles que forem inocentes) que vierem a morrer em “tempo de manutenção de paz” serão recordados pelas suas famílias como heróis que morreram para garantir um futuro melhor ao país? Ou serão recordados como alguém que morreu num acidente que, por acaso, estava coberto por um seguro muito mau.
Só espero que isto não venha a ser aproveitado por grupos fundamentalistas para simularem acidentes mortais. É que, mesmo para um terrorista suicida, valem mais os 2.000 dólares de indemnização (aos quais a sua família poderá ter direito) pagos pela administração americana do que a “protecção” divina que Alá concede aos familiares dos “mártires”.

ANS

54 - VIVA A NATUREZA


Na sua coluna de opinião no Expresso, Mário Soares refere, a propósito da atribuição à NATO do comando das forças de segurança no Afeganistão, que este país é o maior produtor mundial de ópio. Com esta afirmação, Mário Soares pretendia ilustrar o “vespeiro” que é o actual Afeganistão. Quando li isto, lembrei-me imediatamente de um artigo sobre Marrocos, o qual foi publicado há oito dias atrás no The Daily Telegraph (DT).
Eu já sabia que Marrocos era um grande produtor de haxixe (70 % do haxixe consumido na Europa vem de Marrocos), mas nunca imaginei que este país fosse o maior exportador mundial desta droga. Foi através do DT que tomei conhecimento deste facto. De acordo com a notícia do DT, a produção de haxixe na região norte de Marrocos representa um negócio de cerca de 1.450 milhões de euros anuais. Este valor corresponde a cerca de 4 % do PIB de Marrocos e a cerca de 25 % da contribuição do sector da agricultura para o PIB do país.
Até ao momento, as autoridades marroquinas têm fechado os olhos à situação. Mas agora que existem indícios de que o terrorismo islâmico no território tem sido financiado através do negócio do haxixe, o laxismo das autoridades poderá acabar. No entanto, a sua tarefa não será nada fácil. Como “limpar” uma área de cerca de 240.000 hectares de cultivo de Cânhamo-da-Índia? Como convencer a população do norte de Marrocos a optar por produtos de agro-pecuária legais, os quais implicam uma perda de rendimento muito acentuada?
A corrupção é também um difícil obstáculo. A notícia do DT dá-nos um exemplo brilhante desta dificuldade: o jornalista Isambard Wilkinson encontrava-se em Tieta Ketama a recolher elementos para o seu artigo quando foi “convidado” pela polícia local a abandonar a localidade. Para os “agentes da autoridade”, é falso que existam máfias da droga na região e os campos de Cânhamo-da-Índia que por ali proliferam não são mais do que manifestações da natureza!
É caso para perguntar se Marrocos não será também um vespeiro (natural)?

ANS

53 - MAIS AGRADECIMENTOS IV


As minhas férias têm-me mantido mais afastado da blogosfera do que eu desejaria e, por esse motivo, vários agradecimentos (devidos pelo Carimbo) têm sido sucessivamente adiados. Este atraso, além de ser extremamente indelicado da minha parte, provocou uma acumulação dos blogs à espera dos merecidos agradecimentos do Carimbo. Peço, desde já, que me desculpem pela demora.
Muitos dos agradecimentos em dívida referem-se a blogs que passaram a incluir O Carimbo na sua lista de recomendações. Entre esses blogs contam-se o Amostra de Arquitectura, o Bloguítica Internacional, o Bloguítica Nacional, o Faccioso, o Follow The White Rabbit, o blog A Origem do Amor e o The Serendipitous Cacophonies. Ao Amostra de Arquitectura agradeço ainda a transcrição que faz de parte do post “Comboios”. Ao Bloguítica Nacional tenho de agradecer a simpática referência que faz ao Carimbo. Também agradeço ao Follow The White Rabbit por aquele que é, sem dúvida, o melhor elogio que já foi feito ao Carimbo. Meu caro Hugo Medeiros, muito obrigado pela comparação que faz, a qual me deixa muito orgulhoso. No entanto, já fico muito contente se O Carimbo for visitado regularmente por algumas dezenas de leitores e nem sequer tenho a ambição de chegar aos calcanhares de um Aviz ou de um Abrupto.
Já que menciono elogios ao Carimbo, aproveito para agradecer ao Catalaxia por considerar o post “Ainda o General Silva Viegas” como uma “boa posta”. Também não posso esquecer a simpática referência que O Complot faz ao Carimbo.
Agradeço ainda a forma cordial como o Liberdade de Expressão, o Causa Liberal, o Adufe, o Alfacinha e o Mata-Mouros têm conduzido as suas discussões com o Carimbo.
Finalmente agradeço os simpáticos e-mails enviados pelo Alfacinha, Bloguítica Nacional, Causidicus, Catalaxia, O Comprometido Espectador, Contra a Corrente, Conversa da Teta, Faccioso, Follow The White Rabbit, O Complot e O País Relativo, além de outros blogs já referidos em posts anteriores. Agradeço especialmente o e-mail com recomendações técnicas (as quais ainda não experimentei aplicar) enviado pelo 1ª Experiência.
Espero não me ter esquecido de ninguém.

ANS